“Stay away from credit cards and invest in yourself” – Warren Buffet.
Pedir dinheiro a crédito pode ser uma ferramenta fabulosa mas se não é utilizada com consciência é como prometer algo que não se sabe se será possível cumprir. É um adiamento fácil e que simplifica as coisas. Posso ter aquilo que quero aqui e agora mas retira-me a consciência e reflexão [e quer acreditem ou não a liberdade de escolha] daquilo que é essencial.
Assim tomei a decisão de cancelar um dos cartões dos dois que possuo.
Passei o valor em dívida de um para o outro e cancelei o que foi liquidado. Continuo a dever o mesmo valor ao banco mas resulta ao fim do ano em menos uma mensalidade e criei um plano para eliminar o outro cartão de crédito até ao fim do ano.
Como vou viver sem cartões de crédito para o ano que vem?
Há dois anos atrás descobri o mbnet.
Sinceramente acho que quem inventou o mbnet deveria ser candidato ao prémio Nobel da Economia ou pelo menos receber um louvor por criar uma ferramenta que permite viver sem o milagroso “rectângulo de plástico” .
Para isso é necessário.
- Activar este produto em qualquer caixa multibanco.
- Cada vez que se deseja fazer uma compra on-line ir à página do mbnet. [permite todas as compras desde livros a viagens]
- Esta página gera um número de cartão de crédito válido para um mês com o montante que se deseja.
- O valor é debitado directamente e imediatamente da conta à ordem após a compra.
A ideia é muito simples e segue o princípio de que se “não há dinheiro não há circo”.
A crise que assola o mundo que para muitos tem sido fonte de desvantagens e dissabores trouxe também aspectos positivos. Um deles é que o dinheiro tem vindo a adquirir cada vez um valor real. E na economia doméstica – que é ai que tudo se inicia, este factor não pode ser esquecido.
O “dinheiro vivo” passa a ser uma forma de consciência essencial para quem quer sobreviver.
Um exercício simples passa por quando comprar uma viagem, umas férias, um electrodoméstico, computador ou um jantar levantar o valor necessário, pague em dinheiro vivo em vez de simplesmente passar o cartão de forma inconsciente.
Ou então poupe, guarde, amealhe – termos que são bons voltar a trazer de novo à luz do sol.
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Quer se seja crente ou não, já estava escrito em Provérbios 22:7: “O devedor é escravo do credor.” Quando mal usado, gerido ou usado em excesso, o crédito pode levar à ruina financeira.
Os tempos mudam mas a natureza humana não. Boa citação. Obrigado.