Shawn Fanning: Do you live a and breathe Facebook?
Mark Zuckerberg: Yes
Filme – The social Network [2010] – David Fincher
Embora invista muito do meu tempo em livros relacionados com Acupunctura e Chi Kung tenho outra preferência por livros – As biografias.
Morrendo aos 27 de overdose ou com mais de 100 anos de vida saudável, estas pessoas têm na sua maior parte um denominador comum.
Faziam o que gostavam e eram muito bons nisso.
Existem alguns mitos que estão ligados a fazer aquilo que se gosta, especialmente quando presentemente se faz aquilo que não se gosta.
É preciso ter muito tempo extra para investir em outras direcções. Alguns escritores dizem que 15 minutos por dia de escrita a longo prazo podem fazer milagres. Quando se eliminam distracções este tempo duplica, triplica ou mesmo quadriplica. Como diria Seth Godin – “You don’t need more time, you just need to decide”.
É preciso ter poderes especiais – Não, mas é preciso ter duas qualidades foco e saber definir prioridades.
Tem de se trabalhar muito, muito, muito – Em alguma parte do processo pode ser verdade que isso aconteça. O ciclista Lance Armstrong conhecido por vencer sete vezes consecutivas do “Tour de France” é o resultado de um treino bastante exigente, mas esse treino permitia-o relaxar durante a prova efectiva. No entanto, a opção é clara – podem sempre trabalhar muito, muito, muito a fazer uma coisa que gostam ou trabalhar muito, muito, muito a fazer uma coisa que não gostam.
A vida social e familiar está comprometida e que o ideal era mesmo ser um lobo solitário. O caminho é muito transparente para quem faz esse percurso – Ou quer incluir alguém no seu caminho ou não. Quem responsabiliza os outros pelos fracassos de não atingir o que quer, descobre muitas vezes quando fica sozinho que a questão não está nos outros mas na sua falta de criatividade. A diferença agora é que ai já não tem ninguém ao seu lado para responsabilizar.
Tem que se consumir drogas para ajudar esse processo e que estas são fundamentais para o processo criativo - Este é um mito que ainda hoje existe, no entanto, dito na sua ultima entrevista por um dos “professores nesta matéria” – Keith Richards dos Roling Stones – “Ajuda mas se não tens talento não serve para nada”.
Aquilo que se gosta é caro ou necessita de grandes recursos. Algumas empresas bem sucedidas que observo cresceram do nada com um numero muito limitado de recursos, ou seja, tiveram um processo de maturação gradual e orgânico. Outras empresas ou iniciativas que observei e que já não estão cá, não tiveram esse processo de maturação, cresceram demasiado rápido sustentadas por empréstimos, patrocínio e previsões e foram com o tempo extintas. A questão dos recursos resume-se essencialmente a duas questões coragem e criatividade. Existem muitos livros sobre gestão de empresas um dos mais inteligentes é este ReWork.
As barreiras que são construidas entre aquilo que o Coração nos chama e aquilo que decidimos fazer para ir adiando esse chamamento, fazem esquecer na maior parte das vezes uma coisa – Nós somos o ingrediente mais importante nesta cadeia – As nossas preferências, os nossos desejos e paixões são o único motor e combustível que é necessário para sermos felizes e seres humanos realizados.

Lourenço,
Vi agora o seu site. Gostei muito das imagens > da cara do tigre e das sequoias < magnificas!
Partilho da sua opinião sobre o que escreveu " os 6 mitos – fazer o que se gosta"
Gostei de o conhecer na aula de sabado, 14.05.2011
Seja quem nasceu e FELIZ!
Obrigado Maria João,
Gostei muito também de ensinar nessa tarde a vossa turma. Parecem alunos muito interessados e atentos. Até breve.
Gostei muito desse artigo, continue assim…
Obrigado Maria. Dei uma vista pelo seu site… muito trabalho. Parabéns