O evento para mim principal do ano lectivo de Chi Kung está quase a ter lugar.
É para mim sempre com grande expectativa e contentamento que trago o Peter Den Dekker a Portugal.
Fico contente que em tempo de dita crise as inscrições não se tenham feito sentir comparativamente aos outros anos.
Neste momento posso dizer que está quase na capacidade máxima de 30 alunos que é o número máximo que permito a mim mesmo inscrever por uma questão de qualidade.
No entanto queria dismistificar 3 pontos essencias em relação aos Workshops do Peter.
1. É só para avançados e não para pessoas que nunca praticaram ou que paticam à pouco tempo.
Esta questão não se coloca, o nível da aula é ajustado antes de cada workshop ao nível dos alunos. Eu e o Peter geralmente ao pequeno almoço de Sábado e Domingo revemos cuidadosamente os alunos que vão participar – Dificuldades e questões particulares. Com mais de 30 alunos esta qualidade não é conseguida.
Masmo pessoas que nunca praticaram muitas vezes terão assistência mais próxima de outros alunos mais avançados.
Por esta questão é que foi criado um dia para praticantes avançados.
2. Por ser um workshop da árvore é um workshop aborrecido em que se passa as 10 horas do fim de semana sem movimento e de pé.
Nada poderia ser mais longe da realidade. Os workshops tem bastante movimento e existe um equílibrio óptimo entre a quietude e a dinâmica.
Com diz o Peter o trabalho mais aborrecido sou eu que levo o cargo nas aulas durante o resto do ano.
O Peter com a experiência de ensino que têm devota sempre algum tempo para teoria, perguntas e respostas de forma a enriquecer a prática.
3. É caro, não tenho dinheiro, estamos em crise… etc, etc.
Há duas respostas possíveis quando alguém me declara uma destas três questões.
Uma resposta é para aqueles que não querem ir e utilizam este motivo como forma típica e socialmente aceite para evitar ter de se justificarem com uma outra razão ou resistência mais profunda. É melhor mesmo dizer que não querem ir. É mais sincero.
A segunda resposta quando o praticante quer mesmo ir vai – Não se coloca a questão do dinheiro. Neste momento a alguns alunos coloquei a possibiliddae de fazerem o pagamento em duas vezes e se for necessário aceito mesmo que o façam em três. Se tiverem outra proposta estou disposto sempre a ouvir e a pensar em conjunto.
4. Ou tudo ou nada. Ou vou os dois dias ou não vou.
Por uma questão de alinhamento com as agendas dos participantes que não podem por algum motivo de força maior participar em todo o fim de semana, o workshop permite ao praticante acompanhar apenas um dos dias.
Quer se frequente apenas um dia ou todo o fim de semana, quem vai no Sábado não fica com a sensação “que a história ficou toda por contar”. Quem só pode assistir no Domingo não fica com a sensação de entrar a meio de um filme que não reconhece.
Por outras palavras – Sim, é possível e benéfico fazer apenas um dos dias.
Não existem muitas alturas no ano em que seja possível treinar cinco horas seguidas com esta qualidade.
5. Para o ano há mais….
No anos que passaram habitualmente a minha resposta é que para o ano havia mais. Isso já não se coloca, os seminários são sempre diferentes contextuais e irrepetíveis.
Não existe próximo ano. Vai haver como há todos os anos um workshop bom e que não se vai repetir.
Se ainda estão a ponderar participar é importante que o façam até sexta por uma questão de organização minha.
Contactem-me via email lourencoazevedo@gmail.com
envio-vos também o link para o panfleto se ainda não o consultaram.
Espero que estejam a ter uma boa semana cheia de boas práticas, e se acharem contextual divulgem este post.