As crenças são algo muito especial.
Em cada pessoa as crenças definem a sua identidade. Quando se utiliza crenças que não têm a ver com a individualidade de cada um, mas de um aglomerado, estamos a comprometer a nossa própria individualidade e capacidade de criar algo único para nós.
- Ser felizes aqui e agora.
Alguns dos aglomerados
Emprego – Eu acredito que posso ser feliz se fizer o que me dizem.
Família - Eu acredito que se seguir esta tradição familiar estarei seguro.
Religião – Eu acredito porque é assim que está escrito.
New Age – Eu acredito porque alguém leu no meu mapa que ______________
Social – Eu acredito porque é a melhor opção a tomar para a minha idade/status.
etc…
Vale a pena pesar o que os aglomerados não lhe trazem.
Vitalidade – Um dos sintomas de quando se está a utilizar crenças alheias é a falta de energia – mesmo para as coisas mais simples. Lembra-se de quando fazia o que acreditava?
Foco – naquilo que é importante para si. Em alternativa poderá sempre desmaiar em frente à televisão, ler revistas cor de rosa ou viver aterrado com a próxima grande catástrofe.
Alinhamento – com aquilo que é o seu propósito e que tem a ver diretamente com as suas crenças mais profundas – quem bebe desta fonte deixa de uma vez por todas de querer beber água engarrafada.
Qual é a sua crença mais profunda?
Aquela que aqueles que o rodeiam não partilham, o que é que quando pensa nisso o/a faz sorrir, os olhos brilhar e o coração ficar mais leve?
O que é que o inspira nesta crença?
E o que tem feito para a manter viva?