“Esta crise é de uma complexidade enorme e de um gravidade muito grande. Porque reside em algo interno. Não se ultrapassa esta crise com medidas técnicas de economia, é preciso «concertar» também o interior das pessoas. É bem mais difícil”
Leopoldo Abadia in DN Magazine 12 Junho de 2011.
Existem crises a vários níveis e quando elas surgem aquilo que tem de ser ajustado não é fora – é cá dentro.
- Ajustar o consumo de bens de forma consciente antes de culpar a crise económica.
- Ajustar o consumo de energia em vez de responsabilizar a crise energética.
- Ajustar o tempo que se passa sentado e troca-lo por uma vida mais ativa quando o corpo entra em crise e o manifesta com dores, desconforto e excesso de peso.
- Ajustar o meu caminho e as paixões de forma clara em vez de responsabilizar a crise da meia idade ou o PDI.
- Ajustar a forma de me ver a mim mesmo – gostar de mim e dispor de tempo para me nutrir e para me encontrar em vez de culpar o outro pela crise relacional.
- Ajustar os conhecimentos, fazer um levantamento dos meus recursos e mudar se for preciso – estudar, aprender mais, valorizar-me em vez de culpar a crise laboral.
Se existe um momento de crise que vive neste momento.
O que pode ajustar em si?
Como um bom general… de papel e caneta…
Conceba um plano – leve o tempo que for preciso, mas não descanse enquanto não chegar a uma solução que o liberte. Com um prisioneiro cujo o único objectivo é evadir-se.
Crie prioridades e faça um levantamentos de recursos – Se não tem os necessários peça ajuda, valorize-se, aprenda, rasgue novos caminhos.
Defina um caminho – O seu! – Será que se Shakespeare lesse Shakespeare se tornaria em Shakespeare? Será que algum mestre poderia criar o Einstein?
E faça os ajustamentos necessários - com coragem e persistência – se nunca viu o Ice Age – veja. A mentalidade para estes ajustamentos é a do Scratch o “esquilo” do Ice Age.