Nas escolas onde ensino os alunos oferecem bastante resistência à auto avaliação.
No geral é assim em todas as escolas.
A auto avaliação é fundamental e não deve ser ignorada pelos professores se querem formar lideres.
No futuro quando estes alunos saírem para o mercado de trabalho como vão avaliar o seu trabalho? Qual o preço que vão dar às suas consultas por exemplo.
Na maior parte das vezes seguem a tendência do mercado.
Ou esperam que alguém faça a primeira oferta, ou pior deixam que o paciente/aluno/cliente faça o preço.
Qual é o meu valor?
No local onde trabalha responda às seguintes perguntas – Num papel.
1. O que me torna insubstituível e que mais ninguém consegue fazer?
2. Considero que o meu trabalho é uma arte? [se não siga o asterisco* no final do post]
3. Que nome daria à sua arte? [podem ser várias, mas escreva sempre antecedidas pela palavra Arte - A Arte de atender telefonemas e resolver situações com sucesso].
4. Se tivesse de novo que pedir um valor pelo seu trabalho quanto pediria agora?
5. Confira diferenças.
*Para quem não considera que o que faz é uma arte deverá primeiro
1. Tornar o que faz numa arte, tornar-se indispensável ou procurar algo que o faça sentir único a quem dão o devido valor pelo que produz.
Achei interessante. A 1ª vez que li, pensei o meu trabalho não é uma arte…
Depois voltei a olhar para as perguntas e comecei a escrever.
Confesso que depois de escrever começo a achar que o meu trabalho pode ser uma “arte”. Tem tudo a ver com o conceito que temos das coisas, às vezes, mudando os conceitos as situações também mudam.
Obrigada por este arigo. Se voltar a estar “entediada” no trabalho vou-me lembrar que é uma arte!
Obrigado Salomé, parar é muito importante para dar valor ao que temos. Para dar essa essa volta e ver mais perspetivas. E que bom quando essa volta se dá e a dimensão do que fazemos cresce e transforma-se em arte.