Hoje tive o privilégio de poder falar com alguém de origem holandesa que passou pelo período da segunda guerra mundial e pelas dificuldades desses tempos antes e depois.
Falou-se da fome e do frio que matou muita gente na Holanda.
Das prendas de natal da altura – uma maçã ou uma cenoura.
E de que apesar de tudo sem empréstimos e cartões de crédito as pessoas compravam tinham casas, carros, viajavam e lidavam com bens reais não virtuais.
Estes tempos não são desejáveis. Nem devem ser lembrados como – “naquele tempo é que era bom”.
Servem para lembrar a importância de que a saída para as crises pessoais ou globais não está no acto de criar formas de ter mais ou de esperar que essa solução surja exterior a nós.
Mas sim valorizar e estar extremamente grato por aquilo que temos.
Agora.
Todos os dias.
Espreitei o teu blog…Vai escrevendo! Sabe bem ler..
Sou tua fã…. já me ando a divertir a ver s série,tb!
Grande verdade… Grata pela partilha e bom fim-de-semana, Lourenço!