Na Viagem de A para B a paixão é um dos motores mais importantes em tudo que rotulemos de viagem.
Especialmente as mais importantes.
Quando trabalhei como programador e analista apesar de gostar do que fazia havia uma sensação que era recorrente e diária.
No local nde trabalhava tinha de subir até ao terceiro andar e todos os dias eu me perguntava se me conseguia imaginar a subir aquelas escadas nos próximos cinco anos.
Nunca consegui produzir que uma resposta positiva nesse exercício nos quase três anos que o fiz diariamente.
A resposta para este tipo de exercícios é simples – Existem atividades que gostamos de fazer que são úteis e que nos permitem viver disso.
Mas gostar de uma atividade não garante que seja essa a nossa paixão.
Proponho um exercício.
No caminho para casa imagina-se a viver nesse local para os próximos cinco anos?
No caminho para o trabalho imagina-se a trabalhar nesse local nos próximos cinco anos?
No caminho para se encontrar com alguém que gosta imagina-se a estar com essa pessoa para os próximos cinco anos?
No caminho para o curso que está a fazer imagina-se a viver de forma apaixonada sobre aquilo que está a estudar pelo menos cinco anos depois de acabar o curso?
A praticar alguma arte consegue imaginar-se a evoluir nessa arte durante pelo menos cinco anos?
A resposta só poderá ser Sim ou Não.
Os “mas” ou “não é bem assim” ou outras respostas que pressupõem adiamento equivalem a não.
Gostava de ler as vossas experiências o meu email está disponível para que as quiser partilhar.